
domingo, 19 de junho de 2011
Reflexão

sexta-feira, 27 de maio de 2011
Paisagens Geológicas
- Dunas do deserto:
As dunas do deserto são diferentes das dunas litorais. As do deserto tem normalmente a forma de uma meia lua, no qual se dá o nome de " Barknane" uma parte é suava íngreme e outra é a pique. Na parte onde o vento embate, é suave, logo as dunas deslocam-se na direcção do vento. Quando á uma tempestade de areia, a paisagem muda drasticamente. Os seus grãos são baços e de "faces angulosas, devido à acção do vento que transporta os finos grãos que chocam uns com os outros, ficando cada vez mais pequenos.

- Dunas do Litoral:
Exemplo: Dunas do Guincho.
As dunas litorais têm morfologia e génese diferentes das dunas do deserto, são rochas detríticas móveis
Estes grãos foram-se progressivamente fixando e ligando entre si devido à deposição/precipitação de partículas carbonatadas e argilosas que eram transportadas nas águas que circulavam entre eles. Terá sido deste modo que essa duna consolidou e se preservou até aos dias de hoje.



Estalactite: formação que cresce do tecto da galeria para baixo. As gotas dissolvem o carbonato de cálcio e transportam-no. Assim que a gota de água encontra um obstáculo, por acção da força da gravidade, cai e larga o carbonato de cálcio, formando a estalactite.
Estalagmite: formação que cresce da base da galeria para cima. as gotas que caem do tecto da gruta trazem ainda algum carbonato de cálcio e depositam-no na base da galeria.
Poço: formação que resulta da dissolução da diáclase da camada calcária (vertical), se tiver comunicação com a superfície trata-se de um Algar.
Rio subterrâneo - Nas grutas existe sempre um rio subterrâneo que resulta da acumulação da água que se infiltra na gruta. O rio irá originar uma nascente (local por onde a água aparece à superfície).
Coluna: formação que resulta da junção de uma estalactite com uma estalagmite.
Galeria: formação que resulta da dissolução da base da camada calcária (horizontal).
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Órgãos basálticos ou dijunção prismática é uma paiisagem típica do basalto. O basalto ao arrefecer na chaminé e no cone vulcânico fractura-se em prismas hexagonais (quase perfeitos). Depois, com a erosão do cone vulcânicos, os prismas aparecem à superfície e vão sofrer erosão. Com o tempo estes prismas arredondam as suas arestas e vértices e originam uma espécie de tubos que fazem lembrar órgãos de igreja, daí o nome órgãos basálticos.

Ilhas:
As ilhas vulcânicas, como sabes, são relevos que resultam da acumulação das pillow-lavas das várias erupções na parte submersa e do material dos quatros tipos de vulcanismo (peleano, estromboliano, havaiano e vulcaniano), quando o vulcão passa a ser aéreo.
Caldeiras:
O vulcão deixa de entrar em erupção e a sua cratera entra em colapso, com a sucessão de várias estações da chuva a cratera enche de água e forma a caldeira.
A caldeira pode vir a ser perigosa quando a água faz demasiado peso, a estrutura vulcânica entra em colapso, ou quando o vulcão entra em actividade e expele com muita violência a água retida na caldeira.
Fumarolas, Geiseres, Nascentes termais:
Quando a câmara magmática está activa, esta aquece as rochas que estão à sua volta. A água da chuva infiltra-se e ao entrar em contacto com as rochas mais quentes transforma-se em vapor de água. Este, porque é um gás, sobe e se existir facilidade na subida irá originar fumarolas (emissões de vapor de água a altas temperaturas).
Se o vapor não conseguir subir de imediato, arrefece e transforma-se em água podendo originar um géiser (Jactos de água itermitentes a altas temperaturas) ou uma nascente termal (nascentes de água quente), dependendo do tipo de reservatório que formar.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
- A camera magmática solidificou;

- Os agentes erosivos atacam os diaclásses (fracturas sem movimento), então formam-se blocos de granito (paralelipipedos);
- As arestas vão desgastando-se, arredondando;
- A superficie começa a desaparecer e os blocos aparecem á superficie.
